Fotógrafo Omar Camilo lamenta o facto de os cabo-verdianos não conhecerem Luísa Queirós

 

Cidade da Praia, 11 Ago (Inforpress) – O fotógrafo cubano Omar Camilo considerou hoje “um absurdo” que a maioria dos cabo-verdianos ainda não conhece a recém falecida artista plástica Luísa Queirós, que considerou de uma “artista universal”.

O também artista plástico fez estas considerações à Inforpress, no âmbito do encerramento da exposição “Nosso eterno Azul”, em homenagem à malograda, que esteve patente ao público na sala de exposição do Palácio da Cultura Ildo Lobo (PCIL), na Cidade da Praia desde o dia 04 de Agosto e que culminou hoje.

No dizer do artista este “desconhecimento” por parte do público, notou nas duas exposições uma em Mindelo intitulada “As mãos de Luísa”, no Centro Cultural Português do Mindelo, em São Vicente, e a da capital “Nosso eterno Azul”, mas diz acreditar que com tal exposição deu a conhecer a homenageada falecida a 22 de Junho último na cidade do Mindelo, onde vivia desde 1975.

Omar Camilo, que deixou o público fazer o balanço, disse que apenas fez o seu trabalho e tenta dar o melhor de si, como sempre faz, indicando que tem ouvido “boas criticas” sobre a exposição composta por cerca de oito fotos em dimensões de 1 e 2 metros.

A mesma fonte fez saber ainda que o objectivo da exposição é “aproximar” o público da artista Luísa, mostrar quem foi e o que a mesma representa para o património nacional e universal, e não fazer com que a “sua obra e seu talento” prevalecessem.

FM/ZS

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