Brava: ESET inicia programa de actividades para celebrar o dia da amizade e do amor

Nova Sintra, 12 Fev (Inforpress) – A Escola Secundária Eugénio Tavares (ESET), na Brava, iniciou hoje um conjunto de actividades com o intuito de comemorar o dia da amizade e do amor, celebrado a 14 de Fevereiro.

Além da colocação de uma caixa do correio do amor, exposição de cartazes, textos e mensagens sobre o dia, hoje também, houve uma “conversa aberta” sobre as doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Esta conversa foi dirigida pela responsável da saúde reprodutiva na Brava, Edna Campinha, que falou aos alunos sobre as DST, as formas de prevenção e os riscos que correm.

Segundo a responsável, os alunos têm um vasto conhecimento do tema, o que resta saber é se estão a prevenir como deve ser.

Até porque, chamou a atenção dos alunos, tendo em conta os dados apresentados no mês de Dezembro, que apontam um aumento dos casos do VIH/Sida, principalmente na adolescência e na camada jovem.

Por sua vez, a professora Vanda Oliveira, docente da disciplina de Formação Pessoal, explicou que esta conversa, assim como todas as actividades programadas para decorrerem nestes dias, tem como principal objectivo, celebrar o dia do amor e da amizade.

De acordo com esta professora, o tema da conversa de hoje, já tinha sido falado no mês de Dezembro, mas devido a pertinência do mesmo, é sempre bom reforçar a mensagem, que além de fazer parte dos conteúdos da disciplina, ter uma pessoa da área a falar sobre isso, é sempre uma “mais-valia”.

Este programa, conforme explicou Vanda Oliveira, é para mostrar os alunos que a amizade também é importante, porque, hoje em dia ao falar de 14 de Fevereiro e sensibilizar os jovens para a importância das relações inter pessoais e para alguns aspectos das relações no namoro.

Daí, estão tentando fazer um alerta, para demonstrar que “qualquer relação na base da amizade dura um pouco mais, do que mesmo a relação de amor que nos jovens é um pouco instável”.

É uma actividade realizada todos os anos, tendo em conta que, na faixa etária em que se encontra os alunos, “é a que mais iniciam estes tipos de relacionamento e derivados aos problemas que vêm surgindo, tentamos sempre estar presentes, formando-lhes além da sala de aulas”.

MC/CP

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