Trump diz no início de encontro com Putin esperar “coisas muito positivas” para EUA e Rússia

 

Hamburgo, Alemanha, 07 jul (Inforpress) – O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump manifestou-se hoje otimista em relação ao encontro com o chefe de Estado russo, Vladimir Putin, a decorrer à margem da cimeira do G20, afirmando esperar “coisas muito positivas” para os dois países.

Sentado ao lado de Putin, Donald Trump afirmou ser “uma honra” estar com o seu homólogo russo.

Nos breves momentos em que os jornalistas foram autorizados a entrar no local onde acontece este encontro bilateral, realizado à margem da cimeira dos 20 países mais industrializados e emergentes (G20) a decorrer na cidade alemã de Hamburgo, o Presidente dos Estados Unidos disse que ele e o chefe de Estado russo já tinham tido “conversas muito, muito boas”.

Trump indicou ainda estar expectante pelas “muitas coisas positivas que vão acontecer para a Rússia e para os Estados Unidos”.

“Estou feliz por conhecê-lo e espero que (…) este encontro seja marcado por um resultado positivo”, disse, por sua vez, Vladimir Putin.

“Temos conversado ao telefone, mas as conversas telefónicas nunca são suficientes”, acrescentou o líder russo.

Os dois líderes já falaram ao telefone em quatro ocasiões após a chegada de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro deste ano, mas nunca tinham tido um encontro presencial.

Entretanto, o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov revelou que os dois Presidentes acordaram hoje um cessar-fogo no sudoeste da Síria que entrará em vigor às 00:00, hora local, de domingo.

Donald Trump e Vladimir Putin reuniram-se hoje num encontro bilateral, o seu primeiro oficial, no âmbito da cimeira do G20 que decorre em Hamburgo, na Alemanha.

De acordo com Serguei Lavrov, os dois líderes também se comprometeram a garantir que “todas as partes” no conflito respeitam a trégua na Síria.

O primeiro encontro entre o Presidente norte-americano e o seu homólogo russo durou mais de duas horas e foi marcado por temas como a situação na Síria e na Ucrânia.

Inforpress/Lusa/Fim