Sociedade Cabo-verdiana de Música adere à Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores

 

Cidade da Praia, 09 Jun (Inforpress) –  A candidatura da Sociedade Cabo-verdiana de Música (SCM) foi aprovada por unanimidade na Assembleia Geral da Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (CISAC), realizada esta quinta-feira, em Lisboa, anunciou em comunicado a presidente da SCM.

Em nota enviada à Inforpress, Solange Cesarovna, regozija-se com a entrada da SCM para a “enorme família CISAC, como membro provisório”, o que constitui, a seu ver, “um passo firme e seguro” no sentido da consolidação da missão da defesa dos direitos autorais em Cabo Verde e no mundo, sob orientações e apoio estratégicos da CISAC.

Com a adesão da SCM à CISAC, de acordo com aquela presidente, serão alargados os horizontes da acção da SCM, através de parcerias com as entidades congéneres membros da Confederação, permitindo assim a que a SCM passe a defender também os direitos de todos os criadores musicais cabo-verdianos noutras partes do mundo, impedindo que estes fiquem sem a legítima protecção, facto que “se vem verificando com a grande maioria”.

Solange Cesarovna aproveita para realçar que a CISAC é a principal Organização Mundial de Sociedades de Autores e Compositores e representa uma voz colectiva de mais de quatro milhões de criadores de todas as regiões geográficas do Mundo.

Possui 239 sociedades membros em 123 países, e tem como presidente o francês Jean-Michel Jarre, pioneiro da música electrónica, instrumentista, compositor e produtor musical.  Os vice-presidentes da organização são a cantora beninense Angélique Kidjo, o cineasta argentino Marcelo Piñeyro, o cineasta, argumentista e produtor chinês, Jia Zhang-ke e o pintor espanhol Miquel Barceló.

O propósito fundamental da Assembleia-Geral da CISAC, que decorreu quinta-feira em Lisboa, Portugal, revela a mesma fonte, é renovar o seu apelo a todos os governos do mundo para legislarem por uma remuneração justa para os criadores artísticos.

Isto porque considera que “sem autores não há cultura” e reitera que o esforço dos legisladores deve avançar no sentido de “garantir aos criadores a justa e inadiável remuneração do seu trabalho e o reconhecimento da sua luta para criar um mundo mais solidário, mais humano e luminoso”.

Fundada em 1926, a CISAC define-se como uma organização não-governamental sem fins lucrativos, com sede em França, e possui escritórios regionais em África, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa.

Inforpress/Fim

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