Semáforo da rotunda de Terra Branca aguarda reposição das peças para recomeçar a funcionar – câmara

Cidade da Praia, 06 Abr (Inforpress) – A vereadora dos Assuntos Jurídicos da Câmara Municipal da Praia, Edna Oliveira, explicou hoje que o semáforo da rotunda do bairro de Terra Branca aguarda a reposição de algumas peças para recomeçar a funcionar.

Na explicação, que foi dada pela vereadora quando instada pelos jornalistas durante uma conferência de imprensa para fazer o balanço da reunião ordinária de hoje da câmara, Edna Oliveira disse que é do conhecimento público que a instalação daquele semáforo foi “muito contestado”, inicialmente, porque as pessoas não entenderam que não eram para veículo, mas sim para regular os peões.

Segundo ela, a rotunda de Terra Branca é uma das que tem muito trânsito, por fazer a ligação entre Palmarejo e o centro da cidade, mas que depois das críticas os técnicos foram ao terreno verificar a possibilidade de melhoria, e chegou-se a conclusão que uma parte da passadeira estava “mal colocada”, assim como dois semáforos tinham que ser retirado e outros dois tinham que ser colocados num outro lugar.

“Assim, foi cortado o funcionamento dos semáforos para a feitura dessas obras, mas durante as obras, parte do material danificou-se e agora estamos a aguardar a reposição das peças para começar a funcionar, novamente”, esclareceu.

Quanto às coberturas metálicas que tem estado a “proliferar” na cidade, Edna Oliveira adiantou que essa questão já foi debatida pela equipa camarária, que tem tido alguma preocupação em relação ao assunto, porque as chapas utilizadas “não são de qualidade” e com ventania nada garante que as mesmas não possam ir ao vento.

“Põe em causa a segurança de munícipes e dos moradores, inclusive em Achada de São Filipe teve uma chapa que se deslocou do lugar, sendo que grande parte são colocadas clandestinamente, porque são intervenções feitas sem autorização da direcção do urbanismo”, ressaltou.

Nas obras feitas com licença, a vereadora acredita que as chapas são as adequadas e de acordo com o projecto aprovado e licenciado, mas as que foram colocadas sem licença são obras clandestinas que, num primeiro momento a câmara vai sensibilizar as pessoas de que estão a pôr em causa a segurança pública para, posteriormente, avançar para retirada coerciva se não retirarem.

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Inforpress/Fim