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São Vicente: “Melhor prenda que os empresários podem dar a Cabo Verde é investir, investir, investir” – Olavo Correia

 

Mindelo, 12 Fev (Inforpress) – O vice-primeiro-ministro declarou hoje, no Mindelo, que a melhor prenda que os empresários podem dar a Cabo Verde é “investir, investir, investir”, cabendo ao Estado criar as condições , num quadro de competição e de regulação claros.

Olavo Correia, que detém, igualmente, a pasta das Finanças, fez esta declaração na manhã de hoje, no final de uma visita à empresa Sociave (produção de ovos e frangos), sediada na Ribeira de Julião (São Vicente).

O ministro exemplificou com o gestor João Santos, da empresa que visitava, a quem dirigiu rasgados elogios, ao “pegar” numa empresa que “estava falida”, ontem, e que hoje é “pujante, bem gerida, sustentável e que factura 4 milhões de euros/ano”.

“Emprega cerca de 70 pessoas e pode vir a empregar muito mais, paga o dobro do salário mínimo, e, com as condições que iremos, juntamente, criar com certeza que a empresa vai continuar a expandir o negócio e a gerar rendimentos”, sintetizou o governante.

“Cabo Verde necessita de talentos, empresários e gestores que criam valor como o João Santos”, elogiou.

O mais importante, salientou ainda a mesma fonte, é o mercado, e o Governo encontra-se a trabalhar para que haja no país um sistema de transportes marítimos “regular, seguro e eficiente” para todas as ilhas, e um mercado com fiscalização para evitar que a “má qualidade seja colocada no mercado a baixo preço”, pondo em causa a indústria nacional.

“Queremos um sector nacional privado forte, competitivo, capaz e com dinheiro para investir e reinvestir”, reforçou Olavo Correia.
João Santos, gestor das empresas Sociave e Agropec, por seu lado, aproveitou a ocasião para solicitar ”regras, maior fiscalização e controle de qualidade”, já que, sintetizou, no domínio do frango, está-se a importar “mais de 90 por cento” de sub-produtos como pernas e asas de frango.

“Continua-se a importar frangos e ovos no país e são sectores em que temos capacidade endógena de produção, seja em qualidade, seja em quantidade”, concretizou o gestor, que espera mudanças na entrada no país de sub-produtos “ao preço da chuva” e que “não deixa margem” para concorrer, sem contar com “possíveis prejuízos para a saúde, com o “aumento do colesterol”.

Actualmente, as duas empresas produzem cerca 80 mil ovos/dia, com “expectativa de aumentar”, 250 a 300 toneladas de frango/ano e 14 mil pintos/dia, segundo dados avançados por João Santos.

AA/JMV

Inforpress/Fim

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