São Miguel:  Associação de Pescadores e Peixeiras de São Miguel entrega equipamentos de apoio a 30 pescadores

Calheta, 29 Ago (Inforpress) – A Associação de Pescadores e Peixeiras de São Miguel entregou hoje a 30 pescadores do concelho do interior de Santiago equipamentos de apoio, para garantir a protecção no mar e a sustentabilidade das suas actividades económicas.

A doação, avaliada em cerca de 150 mil escudos, foi financiada pela Associação de Amizade Calheta-Deutsch-Wagram, da Áustria, e Igreja Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e consiste em vários equipamentos, entre coletes salva-vidas, linhas, anzóis, máscaras e barbatanas.

O técnico do Instituto Nacional de Desenvolvimento das Pescas (INDP), Manuel Andrade, destacou, na ocasião, a importância da segurança marítima, uma das “prioridades” do Estado de Cabo Verde, sendo objectivo do Ministério da Economia Marítima, precisou, fazer com que cada pescador tenha “segurança” no seu dia-a-dia de trabalho no mar.

Segundo o mesmo, este gesto da associação é de “muito louvor”, porque garante que “todos os pescadores de São Miguel” exerçam a sua profissão com “muita segurança” e mostra, com os materiais doados, que a vida dos pescadores do concelho vai ter “mais garantia de segurança” e “diminuição dos riscos”, durante a sua actividade.

O responsável da Igreja Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Emanuel Lopes, disse, por seu lado, que quando os pescadores procuraram a congregação com o projecto a solicitar apoio em materiais em carência, “abraçaram” a ideia por entenderam tratar-se de um “acto valioso”, capaz de proporcionar aos pescadores e respectivas famílias “mais rendimento económico”.

Por seu lado, o presidente da Associação de Pescadores e Peixeiras de São Miguel, Francisco Silva, a Associação escolheu promover o apetrechamento dos pescadores com materiais de segurança marítima e outros acessórios de pesca para garantir a protecção das suas vidas e a sustentabilidade das suas actividades económicas.

Avançou, ainda que a situação dos pescadores, no concelho, “não tem sido fácil” devido a necessidade de uma máquina de gelo e motores para embarcações de pesca, de entre outras carências.

CL/AA

Inforpress/Fim