Santo Antão: Posto Policial da Ponta do Sol será elevado à categoria de Esquadra na próxima segunda-feira

Ribeira Grande, 14 Jul (Inforpress) – O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, estará em Santo Antão na próxima segunda-feira, 16, devendo presidir à cerimónia de elevação do Posto Policial da cidade da Ponta do Sol à categoria de Esquadra.

O anuncio da tinha sido feito pelo ministro Paulo Rocha em Setembro do ano passado, durante a visita que efectuou à ilha, altura em que considerou que as instalações do Posto Policial da Ponta do Sol, remodeladas, “tem a dignidade exigida e já dispõe dos meios humanos necessários para a sua elevação à categoria de Esquadra”.

“Os meios de mobilidade virão brevemente juntamente com o reforço dos efectivos”, tinha dito o ministro, considerando ser necessário o reforço da segurança na Ponte do Sol por ser o sítio “mais procurado” pelos turistas e onde há uma “maior disponibilidade” de camas.

Nessa altura o ministro considerou que o Posto Policial da Ponta do Sol já dispunha de um efectivo de 10 elementos em dedicação exclusiva àquela cidade que, a partir da próxima segunda-feira, passará a ter a sua capacidade de intervenção melhorada.

Uma nota de imprensa, a que a Inforpress teve acesso, indica que o ministro Paulo Rocha começa o dia de trabalho em Santo Antão com a cerimónia de inauguração da Unidade de Protecção Civil e Bombeiros do Planalto Leste e procede ao encerramento do Curso de Formação Inicial de Bombeiro, que está a ser ministrado no Planalto Leste.

Trata-se de uma “medida preventiva” que resulta da constatação de que os incêndios florestais têm-se tornado cada vez mais frequentes no mundo e, também, no perímetro florestal do Planalto Leste, que é considerado “o pulmão da ilha de Santo Antão” e um “marco de biodiversidade” pelas diferentes espécies florestais e endémicas de que dispõe.

“Além do enorme impacto ambiental causado por este tipo de desastres existem, ainda, outras implicações relevantes causadas por um incêndio florestal”, lê-se na nota de imprensa emitida hoje pelo Gabinete de Imprensa do Governo, que aponta os casos “da perda de biodiversidade, a morte de plantas, perdas humanas e materiais e emissões de CO2”, entre outros”.

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Inforpress/Fim