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Santo Antão: Pescadores porto-novenses querem “maior atenção” da edilidade e do Governo em 2018

Porto Novo, 03 Jan (Inforpress) – Os pescadores das diferentes comunidades piscatórias no Porto Novo, Santo Antão, desejam, para 2018, uma “maior atenção” da edilidade e do Governo, lembrando que, no ano transacto, o apoio às pescas neste concelho, foi “praticamente nulo”.

Os operadores de pesca artesanal neste município dizem enfrentar “enormes dificuldades” e queixam-se da falta de apoio da câmara do Porto Novo e do Governo, esperando que 2018 seja o ano de concretização dos apoios que a autarquia tem vindo a anunciar, de forma sistemática.

Os pescadores clamam por apoios na reparação e modernização das embarcações e reivindicam ainda a criação de infra-estruturas de apoio ao sector, com destaque para arrastadouros de botes em todas as comunidades piscatórias (cidade do Porto Novo, Monte Trigo e Tarrafal).

As associações dos pescadores locais alertam, também, para as “adversidades” que a classe enfrenta, exortando a câmara e o Governo a apoiarem os operadores na aquisição de melhores embarcações que lhes permitam tirar o proveito de todo o potencial pesqueiro existente neste concelho.

O presidente da Associação dos Pescadores da cidade do Porto Novo, Atlermiro Correia, além de apoios na melhoria das embarcações, defende ainda a “reconversão urgente” do sector das pescas neste município para responder à “situação de penúria” por que passam os operadores locais.

Isaías Pires, líder da Associação dos Pescadores do Tarrafal de Monte Trigo, lamenta o facto de “grande maioria” dos “homens do mar” nessa comunidade estar, actualmente, no desemprego, dada a falta de embarcações, insistindo na necessidade de o Governo apoiar essa associação na compra de um barco de pesca para ocupar parte dos pescadores.

A edilidade porto-novense reconhece que não tem conseguido apoiar, como se desejava, o sector das pescas neste municiono, mas acredita que, em 2018, “a situação poderá melhorar”, admitiu o edil, Aníbal Fonseca.

Para este ano, a autarquia prevê investimentos na ordem dos sete mil contos nas pescas, visando o “empoderamento” dos operadores.

Porto Novo deverá receber, no decurso deste ano, um projecto integrado de desenvolvimento das pescas que, além do problema das embarcações, deverá ainda privilegiar a infra-estruturação (construção de desembarcadouros), conservação e comercialização do pescado.

O estudo de diagnóstico, que vai permitir ao Governo elaborar o projecto integrado do desenvolvimento das pescas, está na fase de conclusão, devendo ser apresentado agora em Janeiro.

Com esse estudo, o Governo pretende elaborar o projecto de desenvolvimento integrado das pescas no Porto Novo, com incidência, sobretudo, no Tarrafal e Monte Trigo, zonas com “grande potencial” neste sector.

JM/ZS

Inforpress/fim

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