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Santa Catarina: Vendedeiras ambulantes dizem que querem vender “sem perseguição” dos fiscais

 

Assomada, 14 Nov (Inforpress) – As vendedeiras ambulantes (peixe, frutas e legumes) pediram à edilidade que lhes deixe vender nas ruas da cidade de Assomada, Santa Catarina “sem perseguição” dos fiscais ao menos neste “tempo difícil” da seca e mau ano agrícola.

As comerciantes informais, que procuraram hoje a comunicação social para fazer esse “desabafo” e se manifestaram em frente à câmara municipal. dizem-se “perseguidas” pelos fiscais, apesar de não os atribuir a “culpa”, ou seja, estão apenas a cumprir ordens da autarquia.

“Estamos apenas a procurar o pão para o sustento dos nossos filhos”, desabafou a peixeira Edna, que conta que os fiscais têm confiscado as suas mercadorias (banheira de peixe) à cabeça, mesmo que não estejam a vender.

Inconformada com a atitude dos fiscais, que considera uma “atitude abusiva”, a jovem peixeira questionou se os mesmos têm esse direito de até confiscar os seus pertences estando no carro de regresso à casa.

Conforme explicou a jovem peixeira, as mercadorias são apreendidas e ainda são aplicadas uma coima de cinco mil escudos.

Gracinha, outra peixeira, que partilha da mesma opinião lembrou que todas são chefes de família, com responsabilidades a serem cumpridas e com filhos a estudar, e que com o mau ano agrícola que assola o país as coisas complicaram ainda mais, por isso entende que a autarquia deveria ter “mais tolerância”.

“Apenas pedimos que nos deixem vender com a nassa banheira em cima das nossas cabeças. Se o presidente não quer que vendemos nas ruas que nos dê trabalho ou então que crie condições. O mercado de Achada Riba não tem lugar para albergar todas as vendedeiras ambulantes”, expôs a rabidante, pedindo que crie outro espaço.

Contactado pela imprensa, o edil José Alves Fernandes afirmou que a edilidade vai ser “intransigente, tolerância zero” para com a venda de peixe e carne na rua, ajuntando que tal medida é por uma questão de saúde pública e segurança alimentar que está em causa.

É que segundo o autarca, a cidade de Assomada é uma urbe de comércio e de feira, e nesse sentido, têm privilegiado a organização da feira que passa por colocar cada produto no seu devido espaço.

Em relação ao espaço que as vendedeiras alegam que não há no mercado novo, o edil convida-as a irem experimentar e que caso não caberem todas, a responsabilidade será toda da autarquia, que vai arranjar “outra solução”.

“Porque é que há um grupo no mercado a cumprir as medidas da autarquia”, questionou o autarca, asseverando que terão “tolerância zero” contra os incumpridores.

FM/FP

Inforpress/Fim

 

 

 

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