Praia: concurso “Smart Cities” recebe 60 inscrições

Cidade da Praia, 22 Jun (Inforpress) – O concurso de ideias “Smart Cities – Praia 2025 – Cidade com Sorriso”, lançado pela autarquia praiense em parceria com o Grupo Loide Engenharia e a Associação dos Jovens Empresários de Cabo Verde (AJEC) recebeu 60 inscrições.

A informação foi avançada pela presidente do Grupo Loide Engenharia, Loide Monteiro, à margem de um workshop “Samart Cities – Praia 2025 – Cidade com Sorriso”, realizado esta sexta-feira, na Cidade da Praia.

“O workshop é a segunda fase do concurso Praia Smarty Cities. Enceramos a inscrição a 26 de Junho”, disse Loide Monteiro, explicando que o objectivo foi conhecer os candidatos, ver as ideias e trabalhá-las para depois dar um espaço de tempo para a preparação do projecto final, antes de serem submetidas para a avaliação.

A presidente da Loide Engenharia avançou ainda que foram recebidas inscrições de 60 ideias enviada por 50 candidatos, dos quais 44 são do sexo masculino e seis do sexo feminino.

Depois deste workshop, explicou a mesma fonte, os candidatos terão três meses para trabalhar e estruturar as ideias e apresentarem o projecto final. Depois haverá um prazo de 30 dias para os elementos do júri fazerem a selecção.

Loide Monteiro avançou ainda que ideia é de ter nove premiados, que serão conhecidos no final de Outubro próximo.

Pretende-se, segundo Loide Monteiro, que o próximo passo seja a incubação das ideias que vencerem. “Seria transformá-los numa “Start-Up” para depois termos esses produtos implementados na urbanização inteligente que queremos fazer”, concluiu.

Por seu turno, o vereador do Urbanismo da Câmara Municipal da Praia, Rafael Fernandes, observou que Smarty Cities significa “tornar algo fácil para as pessoas e para as instituições”.

“Encurtar caminhos, tornar os cidadãos mais próximos das instituições, tanto públicas como privadas, dentro de um território”, pontuou o autarca dando conta que há várias ideias que se pretende implementar, a nível de transportes públicos, por exemplo.

Rafael Fernandes finalizou afirmando que, neste momento, não há um orçamento porque o projecto está na fase embrionária. “Terá um custo sim, mas o retorno será muito maior que o investimento”, defendeu.

GSF/CP

Inforpress/Fim