Plano Nacional de Leitura tem que ser executado para que o país tenha um programa de difusão de leitura – PR

Cidade da Praia, 26 Abr (Inforpress) – O Presidente da República disse hoje, na Cidade da Praia, que o Plano Nacional de Leitura   tem que ser divulgado e executado para que o país tenha um programa de difusão do interesse pela leitura.

Jorge Carlos Fonseca fez essas considerações, em declarações aos jornalistas à margem da apresentação da obra ontológica “Cabo Verde Prosa Literária Pós-Independência”, no âmbito da semana da leitura, promovida pela Presidência da República.

Para o mais alto magistrado da Nação foi “muito importante” a Presidência da República ter incluído a apresentação do debate do Plano Nacional de Leitura nesses ciclos de debates, porque “é essencial” uma política para o livro no país.

E com relação a esta semana da leitura disse que se trata de um primeiro evento realizado, num contexto mais vasto de um projecto denominado “ler mais para saber”, que tem a duração de um mandato.

“É uma   espécie de pontapé de saída para um programa mais vasto que nós iremos fazer numa perspectiva descentralizada, porque vamos ter eventos fora do Palácio da Presidência e em outras ilhas”, informou Jorge Carlos Fonseca.

Avançou, contudo, que o objectivo é conseguir, “a prazo”, que as pessoas leiam mais, com mais prazer e que sejam mais amigas dos livros.

Para amanhã, no   âmbito desta semana de leitura, haverá dois debates, sendo o primeiro “Aprender a ler escrever na era digital” e o segundo “Ler não dá sono, dá sonhos”.

Os colóquios/debates serão encerrados a 28 de Abril, com “Pôr-do-sol poético”, nos jardins do Palácio da Presidência e Sala Beijing, sendo os dois últimos dias (29, sábado, e domingo, 30) dedicados à feira de livros.

Com esta iniciativa, o Presidente da República acredita que é possível dar início a uma “nova cultura” de leitura em Cabo Verde, sustentada, sobretudo, no maior acesso a livros e direccionados para diferentes classes de leitores, em todo o país.

O documento refere ainda que o mais alto magistrado da Nação pretende utilizar a influência junto de potenciais parceiros, no país e no estrangeiro, que estejam dispostos a colaborar, em diversas caçoes, entre estas a recolha de livros em “grande escala”.

OM/AA

Inforpress/Fim