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OMS e Parlamento consideram que luta contra o paludismo deve ser prioridade nacional 

 

Cidade da Praia, 13 Set (Inforpress) – O representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Cabo Verde, Mariano Castellón, e o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos concordaram hoje que a luta contra o paludismo deve ter lugar prioritário na agenda política do país.

O consenso foi manifestado num encontro que os dois responsáveis mantiveram hoje na Cidade da Praia, no qual o representante da OMS informou ao presidente do Parlamento cabo-verdiano sobre a avaliação da situação do paludismo em Cabo Verde, atendendo que o país enfrenta neste momento uma epidemia com registos comprovados de mais de 200 casos da doença, na sua maioria autóctones, com maior incidência na Cidade da Praia.

“O mais importante deste encontro foi o nosso consenso de que a luta contra a malária tem que ser convertida numa bandeira nacional e prioritário na agenda política nacional”, afirmou Mariano Castellón que considerou fundamental que essa luta “causa nacional”, passe também por uma “aliança interpartidária” entre as forças políticas com expressão na Assembleia Nacional.

Da parte da OMS, o representante da organização realçou que a partir de uma solicitação feita pelo Ministério da Saúde, foi activada a primeira fase do apoio material, com a chegada ao arquipélago na próxima semana, de medicamentos anti palúdico, testes rápidos e mosquiteiros impregnados.

Entretanto, a OMS já tem no terreno dois epidemiologistas a trabalhar com o Ministério da Saúde e a Delegacia da Saúde da Praia para acompanhar a resposta nacional ao surto do paludismo, visando identificar a melhor estratégia a seguir para interromper a transmissão da doença provocada por mosquitos, sendo que Cabo Verde é o único país em África em fase de pré-eliminação.

“Cabo Verde faz parte de uma lista curta de países que a OMS considera que tem condições para dar o salto entre a fase da pré-eliminação e a fase da eliminação da malária até 2020”, garantiu Mariano Castellón, considerando que o surto da doença que assola o país é necessário para que se possa “apreender lições” e entender melhor o que fazer para interromper e manter a transmissão da doença por período prolongado.

A recomendação da OMS é que o controlo anti-vectorial é importante, destacando, contudo, a boa experiência de Cabo Verde, sobretudo na zona do Fonton, Cidade da Praia, em que foi historicamente o “sítio tradicional” que produzia mais casos do paludismo, sendo que no panorama dos mais de 200 casos registados agora, a localidade em apreço representa menos de 2% de casos, ficando isso a dever-se a três factores:

Os investimentos feitos pela câmara municipal para fazer a requalificação urbana, o envolvimento da comunidade através da associação comunitária e o “trabalho de formiga” feito pelo Ministério da Saúde casa a casa.

Em termos educação sanitária, são esses os factores apontados, o que levou o representante da OMS, Mariano Castelloón, a sublinhar que Fonton deve ser uma referência na luta contra o paludismo na Praia e no país.

Por sua vez, o presidente da Assembleia Nacional admitiu que há necessidade um “consenso nacional” nessa luta contra a doença, lembrando que o país já viveu “momentos difíceis com a dengue e o zika”, sabendo que na base das epidemias existem os vectores mosquitos.

“Apelamos a todos os agentes nacionais e partidos políticos para transformarmos esta luta num desígnio nacional e libertarmos Cabo Verde desta epidemia, porque ninguém quer que isso se transforme numa luta política, que não beneficia nem o combate à doença nem a reputação do país na arena internacional”, concluiu.

DR/FP

Inforpress/Fim

 

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