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Montante avaliado em doação para elaboração do manual de Matemática foi superior ao valor pago – Maritza Rosabal

 

Cidade da Praia, 21 Nov (Inforpress) – A ministra da Educação, Família e Inclusão Social, Maritza Rosabal, disse hoje, na Cidade da Praia, numa audiência parlamentar que o montante avaliado em termos de doação para elaboração do manual de Matemática foi superior ao valor pago.

Ao responder ao deputado do PAICV José Sanches, a ministra da Educação, Família e Inclusão Social, afirmou que nunca disse nas suas declarações que o manual de Matemática foi doado.

“Nas minhas intervenções , disse que uma grande parte do trabalho foi doação. E isso pode ser comprovado através das facturas que estão no processo”, esclareceu a ministra da Educação.

Respondendo à pergunta do deputado José Sanches sobre a opção de mandar o manual de Matemática fora do país, a ministra disse que o governo tomou esta decisão por falta de competência a nível do país para fazer este tipo de trabalho.

“No caso especifico do manual de Matemática que se queria que fosse um livro capaz de trabalhar também as necessidades educativas especiais tivemos imensos problemas por falta de competências nacionais para a sua elaboração”, explicou a ministra, justificando a medida do governo.

Reagindo a uma questão colocada sobre os professores que ficaram desempregados e denunciaram no início do ano lectivo, Maritza Rosabal disse que algumas pessoas não foram contratadas pelo seu ministério porque são monitoras e não tinham o perfil adequado para leccionar.

A ministra informou, entretanto, que neste momento em concertação com as câmaras municipais estas pessoas estão a ser enquadradas a nível da educação pré-escolar nos vários concelhos do país.

Questionada sobre o atraso na chegada de alguns professores no inicio do ano lectivo, a governante respondeu que “esta questão já está completamente ultrapassada”.

Em relação à política de reabilitação das infra-estruturas educativas que o deputado do PAICV defendeu que “deveria ser mais assertiva”, Maritza Rosabal afirmou que “o governo tem sido muito assertivo neste aspecto”.

“O plano de reabilitação das infra-estruturas educativas vai continuar até 2021. E temos escolas que vão ser objecto de intervenção no próximo ano”, informou a ministra.

Maritza Rosabal garantiu que as próximas intervenções vão ser numa altura em que se interfira menos no período de aulas, evitando constrangimentos.

A ministra confirmou também que neste momento está-se em processo de revisão da lei sobre a gestão da rede escolar que data 1994.

“Estamos a trabalhar na revisão desta lei para depois vir a ser implementada uma nova rede escolar em Cabo Verde”, sublinhou a ministra durante a audição parlamentar com a Comissão Especializada da Educação, Cultura, Saúde, Juventude, Desporto e Questões Sociais.

Segunda a ministra, a própria lei em vigor sobre a gestão da rede escolar diz que se deveria rever a legislação relacionada com esta matéria em cada dois anos porque a configuração da rede é activa e evolui de acordo com as necessidades.

No entanto, nunca se fez a revisão desta lei, não obstante já havia outra organização da rede escolar no país, frisou a ministra da Educação.

Relativamente às grávidas nas escolas, a governante informou que o governo já publicou uma lei para o tratamento desta questão.

A governante disse ainda que neste momento há um quadro legal com novas orientações no sentido de fazer o trabalho com as grávidas para evitar o abandono escolar.

JL/JMV

Inforpress/Fim

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