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Maio: População de Morrinho passa por momentos difíceis com falta de água há mais de uma semana

 

Porto Inglês, 13 Set (Inforpress) – Os moradores da localidade de Morrinho dizem estar a abraços com o problema de fornecimento de água há quase duas semanas, tanto para o consumo pessoal como para os seus animais.

Em declarações à Inforpress, Luísa Monteiro, uma moradora e criadora de gado na localidade de Morrinho, disse que esta situação tem vindo a repetir-se vez sem contas, ultimamente, e que o mais grave é que a população vive maioritariamente da criação de gado e sem água para dar de beber aos animais, os criadores “estão a enfrentar dias muito difíceis”.

Conforme explicou, nos últimos dias a alternativa tem sido a compra de água auto-transportada que fica ao preço de 300 escudos cada baril de 20 litros, um preço muito acima do normal e que nem todos possuem a capacidade de pagar, visto que a população está desempregada.

“Temos vindo a passar por momentos difíceis nestes últimos tempos com avaria frequentes e tem sido complicado comprar água porque não tenho dinheiro para comprar 2 barril por 600$00 todos os dias, por isso aproveito para exortar a Câmara e SAAS que revolvam esta situação”, clamou.

Para além da falta de água, Luísa Monteiro disse que a situação está a torna-se ainda mais complicada, visto que neste momento praticamente ainda não choveu na ilha para germinar o pasto no campo para os animais se alimentarem, e que a pouca reserva que ainda lhe resta não chega para pelo menos mais 4 dias, situação que lhe deixa ainda mais preocupada porque os animais estão a ficar enfraquecidos.

Um outro criador de gado na zona, Tomás Dos Reis, disse que a situação não tem sido nada fácil, porque estão a ser obrigados a comprar água a um preço bastante elevado, e com o desemprego que se regista na localidade ninguém está em condições de fazer esta despesa nesta altura do ano.

“A situação é complicada para todos nós os moradores e criadores de gado de Morrinho. Eu já fiz a compra de um carro de água por 2 mil escudos, e mesmo assim tenho que voltar a comprar mais caso a situação se mantiver por mais um dia, porque neste momento estou sem água para dar de beber aos meus animais e não sabemos para quando é que a situação vai se resolver”, frisou.

Segundo Tomás Dos Reis, sem água e sem pasto no campo estão a temer o pior nos próximos dias, caso não venha a chover na ilha, porque os animais estão praticamente “desnutridos” e a pouca quantidade de pasto que lhe resta não garante alimentação dos seus animais até o fim desta semana.

Entretanto, criticou o silêncio que se tem verificado por parte do Serviço Autónomo de Água e Saneamento (SAAS) que, segundo disse, nem se quer emitem uma nota para explicar os motivos desta situação.

“Sentimo-nos desprezados pelo Serviço Autónomo de Água e Saneamento”, desabafou com muita mágoa, lembrando que em tampos lhes tinham prometido que em caso de avaria da estação de produção de Ponta Preta, que seriam abastecidos através da estação de Pedro Vaz.

“Infelizmente nem isso está a acontecer”, enfatizou.

A Inforpress não conseguiu ainda uma explicação oficial a esse respeito por parte das autoridades competentes, mas fonte próxima do Serviço Autónomo de Água e Saneamento informou que estão a deparar com uma avaria no sistema de distribuição.

WN/FP

Inforpress/Fim

 

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