Ilha do Sal: Vamos requalificar todos os bairros e acabar com poeiras nas localidades da ilha (c/áudio)

Espargos, 19 Nov (Inforpress) –  O edil Júlio Lopes anunciou a eliminação de poeiras nas diferentes localidades do Sal através do projecto de requalificação urbana, em curso, nas cidades dos Espargos e Santa Maria, contemplando arruamentos, calcetamento das vias, entre outros equipamentos.

“Nas cidades do Sal, vamos acabar com a terra que tira conforto às pessoas. Cada pessoa, à volta da sua casa tem que ter rua pavimentada, planta, micro jardim (…). Vamos apoiar, e cada família também tem que se ocupar com a criação de seu espaço verde, plantar uma árvore, porque não é possível a câmara fazer isso sozinha”, prognosticou.

Júlio Lopes manifestou esta intenção numa entrevista à Inforpress, a propósito das obras de requalificação em curso em diferentes zonas da ilha.

Neste projecto de requalificação urbanística, contemplando, além de calcetamento, pavimentação das vias e arruamentos, o autarca destaca a criação de alguns equipamentos sociais, considerados importantes, nomeadamente polivalentes, street basquetebol, espaços, para os jovens brincarem, se divertirem, entre outros.

“Estamos a marcar a reabilitação de todos os polivalentes para que os jovens possam se dedicar mais a actividades desportivas. Queremos desviar os jovens de outras coisas menos positivas. Se estão a ocupar o tempo livre com desporto, cultura (…) em actividades boas, não terão tempo para coisas menos boas. Essa é a visão que estamos a cumprir para o Sal”, referiu, acreditando, que daqui a dois anos, cada bairro, cada rua, as cidades do Sal, estarão “completamente” diferentes, mais bonitas e aprazíveis.

O autarca vai alertando, entretanto, que a par da parte física, vai-se preocupar também, com o aspecto da disciplina e organização.

Isto é, explica, quem tiver um terreno baldio, que não está a construir, terá que criar nele um espaço verde ou deitar jorra por forma acabar com o pavimento de terra que se pretende.

“Por isso, pela via do diálogo vamos exortar as pessoas que não estão a construir, a cuidarem dos seus lotes de terreno. Depois vamos pela parte coerciva. Ou seja, a própria câmara vai meter espaço verde enquanto a pessoa não constrói. Para que as pessoas possam estar mais felizes nos seus bairros.

SC/FP

Inforpress/Fim