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ICIEG quer promover a cultura da não violência e tratamento igualitário

 

Cidade da Praia, 13 Set (Inforpress) – Cerca de 50 pupilos do Centro das Forças Armadas participam de hoje a partir de hoje até sexta-feira, 15, numa acção de formação sobre novas formas de masculinidade, visando a promoção da cultura da não violência e tratamento igualitário.

Promovida pelo Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade (ICIEG), e pela Forças Armadas, a formação tem por objectivo “semear” nos jovens uma nova atitude em relação à igualdade e ao significado de ser homem.

Em declarações aos jornalistas, a presidente do Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade (ICIEG), Rosana Almeida informou que decidiram apostar nesta classe juvenil, porque acreditam que é uma faixa etária “boa” para se trabalhar a mudança de comportamentos.

“Queremos trabalhar a masculinidade sendo que os factos e os números são preocupantes”, suscitou a presidente do ICIEG frisando que a ideia é que esses jovens possam replicar e transmitir a mensagem lá onde estiverem inseridos, de modo a promover a cultura da não violência, o tratamento igualitário e acabar com a violência em Cabo Verde.

Entretanto, indicou que para ministrar essa formação contam com a colaboração da Rede Laço Branco Cabo Verde, que tem trabalhado a questão do combate à Violência Baseada no Género (VBG).

Rosana Almeida explicou que a formação conta com a participação de cerca de 50 jovens do Centro das Forças Armadas do Quartel Militar em Achada Eugénio Lima, sendo que seis desses pupilos são provenientes da comunidade dos Rabelados de Espinho Branco.

Por seu turno, o capitão das Forças Armadas, Filomeno Duarte, disse esperar que os formandos tirem o máximo dessa formação, para que no futuro possam ajudar e colaborar no sentido de se mitigar a problemática da violência baseada no género que tem sido bastante alarmante em Cabo Verde.

Tendo em conta que o centro é composto apenas por jovem do sexo masculino, o capitão está confiante de que os mesmos saberão colocar em prática tudo aquilo que vão adquirir na formação e com efeitos positivos dentro das Forças Armadas.

Segundo este responsável, uma das intenções futuras das FA é ter pupilos também do sexo feminino, uma questão que há muito tem sido debatida.

Nelson Alves, formador e membro da Associação Laço Branco, explicou que durante a formação serão abordadas questões de direitos humanos, a problemática social a nível do género e novas formas de masculinidades.

“Tendo em conta que são jovens, vamos trabalhar dinâmicas que lhes permitam enfrentar os novos desafios da juventude e serem os nossos modelos de transformação social nas escolas e comunidades”, indicou, reforçando que a ideia é prevenir para que uma relação íntima não leve a violência ou a morte.

AV/FP

Inforpress/Fim

 

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