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Hipertensão é a principal doença não transmissível em Cabo Verde – estudo da OMS

Cidade da Praia, 20 Abr (Inforpress) – A hipertensão está entre as principais doenças não transmissíveis (DNT) em Cabo Verde revela o relatório de 2016 referente a dados de 2015, da Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre as doenças não transmissíveis na Região Africana.

Segundo a administradora nacional para a Promoção da Saúde da OMS no país, Edith Pereira, que fez a exposição do tema, hoje, na Universidade Jean Piaget, para falar dos factores de riscos para doenças não transmissíveis na Região Africana e do relatório, Cabo Verde é o segundo país na região africana com maior prevalência de hipertensão.

“O relatório faz referência a sete factores de risco e o sedentarismo está incluído, apesar de o arquipélago não se encontrar numa posição muito má no que se refere a este factor. Porém, é preciso fazer mais para que possamos dar combate ao aumento de casos de hipertensão”, disse.

De acordo com o relatório, sublinha Edith Pereira, as ameaças iminentes podem ser previstas, uma vez que a maioria dos adultos na África têm pelo menos um factor de risco que aumenta as possibilidades de desenvolver uma DNT potencialmente fatal, incluindo doenças cardíacas, câncer, diabetes de tipo 2 e a doença pulmonar.

Questionada sobre o porque de apresentar o relatório nas universidades, a Administradora Nacional para a Promoção da Saúde da OMS no país, avançou que a intenção é chegar aos jovens e mostrar-lhes que o alcoolismo, o tabaco, o sedentarismo e maus hábitos alimentares são prejudiciais para a saúde.

Para a directora do Serviço de Prevenção e Redução dos Riscos do Ministério da Saúde e da Segurança Social, Emília Monteiro, que falou do tema “Estratégias do país face aos factores de risco para as doenças não transmissíveis”, o estratagema do país é continuar, principalmente, no que refere a prevenção e a atenção primária.

“É o que temos vindo a fazer, no sentido de consciencializar os profissionais da saúde de que temos de trabalhar na atenção primária para combater os factores de riscos das Doenças Não Transmissíveis”, garantiu.

Para Emília Monteiro, com a criação dos programas, o ministério conseguiu trabalhar com as doenças, em específico, programando as atenções relacionadas com a nutrição e a prática de exercício físico.

E porque no país a doença com maior taxa da mortalidade é de origem cardiovascular, segundo disse Emília Monteiro, está-se a trabalhar os diferentes tipos de programa para o combate dos factores de riscos.

No entanto sublinha, antes de qualquer programa a consciencialização das pessoas sobre os factores de risco e o trabalho voltado pela prevenção deve ser o primeiro passo para dar combate ao aumento DNT.

Neste processo aponta a intervenção dos Centros de Saúde como a primeira, apesar de reconhecer o facto de até então o Ministério da Saúde no ter conseguido fazer funcionar os centros até as 18 horas como o previsto na sua concepção inicial.

Na Cidade da Praia, o único Centro de Saúde a atender até às seis da tarde é o de Tira Chapéu.

O relatório da OMS sobre as doenças não transmissíveis na Região Africana prevê, até 2020, milhões de mortes na África devidas as DNT.

PC/AA

Inforpress/Fim

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