Governo considera que Cabo Verde está no caminho certo para atingir top 50 do doing business

Cidade da Praia,11 Jul (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva afirmou hoje que Cabo Verde está no caminho certo para atingir o top 50 do doing business nos próximos 10 anos, conforme a meta estabelecida no inicio do mandato em 2016.

O chefe do Governo falava no final da primeira reunião do Conselho de Competitividade, órgão que preside e cujo objectivo é de avaliar semestralmente o estado da execução do plano de acção para a competitividade, isto é, o andamento de um conjunto de reformas e de medidas que têm impacto no ambiente de negócios.

Para já indicou que a avaliação a meio percurso da implementação do plano é positiva, adiantando que um trabalho muito árduo foi realizado pela equipa da unidade para a competitividade.

“Os dados diversos fornecidos por representantes sectoriais, a intervenção municipal a nível da Câmara Municipal da Praia, os actores representativos do sector privado demonstram que estamos no caminho certo, isto é, que vamos de facto atingir as metas que queremos para colocarmos Cabo Verde no top 50 do doing business nos próximos 10 anos”, considerou.

A abertura das empresas, acesso ao crédito, a eficiência do sistema de administração fiscal, o processo de fornecimento de serviços de electricidade, da resolução de insolvências, administração da justiça, os alvarás e licenciamento de construção são alguns dos indicadores avaliados a curto, a médio e a longo prazo.

“A curto prazo temos já atingido um conjunto de objectivos, a médio prazo temos uma avaliação que tem de ser feita num período mais alargado”, adiantou.

Ulisses Correia e Silva explicou que a intenção não é só para “parecer bem na fotografia”, mas ter impacto real nas condições de fazer negócio em Cabo Verde, criar emprego, criar riqueza e desenvolver as ilhas do país.

A segunda reunião do Conselho para a Competitividade, que será realizada ainda este ano vai ser dedicada essencialmente à avaliação das reformas económicas, institucionais.

“As reformas, não carecem da justificação da sua necessidade, estamos a implementá-las vamos acelerar. Como em tudo, os momentos contam”, salientou.

MJB/FP

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