Festival Literatura-Mundo/Sal: “Este é o maior encontro literário jamais realizado em Cabo Verde” – edil

 

Espargos, 07 Jul (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal do Sal, Júlio Lopes, asseverou esta quinta-feira que o município está “orgulhoso” em promover a I Edição do Festival da Literatura-Mundo do Sal, encontro literário “jamais” realizado em Cabo Verde.

“Não só pelo número de participantes como pela sua ressonância internacional. O objectivo é reflectir e debater sobre novos fazeres literários e as estratégias de internacionalização dos escritores, não só os cabo-verdianos mas todos quantos nele participam”, sublinhou no seu discurso de abertura, testemunhada pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca que também participa no evento enquanto escritor.

O autarca, segundo o qual a visão subjacente a este festival é introduzir “uma plataforma mais alargada e prismática” para as literaturas, anunciou que a partir desta edição o festival, aberto ao público, será anual e integrado à rede mundial de literatura.

“Acreditamos que Cabo Verde e muitos outros países tenham autores de escrita transnacional e de alcance mundial. Outra visão é introduzir Cabo Verde no circuito dos festivais internacionais de literatura. Estamos a lançar a primeira pedra para lá chegar”, ambicionou.

Júlio Lopes conclui desejando a todos um “excelente” festival e que cada um, disse, possa adquirir nestes dias a motivação de fazerem juntos este caminho, “que só se faz caminhando”, referiu.

Por sua vez, José Luís Peixoto, curador do Festival Internacional de Literatura, agradecendo os patrocinadores do projecto, convidados que percorreram essa distância (… ) manifestou que a presença do público, salenses, visitantes das diferentes ilhas do país e de vários pontos do mundo, é o “prestígio deste sonho” que a partir de agora sonha-se todos juntos.

“O festival são vocês. Esta é a primeira edição do Festival de Literatura-Mundo do Sal, um movimento que temos a ambição que cresça. Esperamos que chegue muito além do que conseguimos sonhar, e acreditem, somos capazes de sonhar muito. Assim como a literatura precisa do mundo, o mundo precisa da literatura”, enfatizou.

Nesta festa inaugural da literatura internacional, que homenageia o escritor José Saramago – o único Nobel da literatura portuguesa -, e o poeta Corsino Fortes – fundador e primeiro presidente da Academia Cabo-verdiana de Letras, participam 50 escritores de diferentes latitudes, dos quais destacam-se, dez autores cabo-verdianos, entre estudiosos, tradutores e mediadores da Literatura-Mundo.

Lembrando os homenageados, Vera Duarte, presidente da Academia de Letras, discorre sobre a “poética corsiniana”, enquanto Pilar Del Rio, da Fundação José Saramago, fala da visão deste homem enquanto pensador e criador de romances.

SC

Inforpress/Fim

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