Brava: Câmara Municipal só pode tomar mediadas mais a fundo em relação a lixeira municipal a partir de Janeiro de 2019 – Francisco Travares

Nova Sintra, 03 Ago (Inforpress) – A lixeira de Favatal vêm criando vários problemas na ilha e carece de uma intervenção urgente das autoridades locais para minimizar e controlar a situação do lixo no espaço.

Mas, de acordo com o presidente da Câmara Municipal da ilha, Francisco Tavares, neste momento não é possível fazer uma intervenção a fundo para colmatar todas estas dificuldades, indicando as medidas “mais a fundo” só poderão ser tomqdas em Janeiro de 2019.

“É necessário contratar trabalhadores para ficarem neste local a tempo inteiro, para fazer o controlo das viaturas privadas que vão fazer o vazamento aí, para indica-los os locais para o despejo do lixo queimável e dos não queimáveis”, explicou.

Além de guardas, adiantou o autarca, também é necessário fazer a vedação do local.

“Mas estas tem de ser medidas que devem constar do orçamento municipal e é um esforço que a autarquia tem de fazer para minimizar a situação”, afirmou Francisco Tavares.

O presidente da edilidade local avançou à Inforpress de que a Câmara “não tem condições de colocar pessoas aí 24h por dia e que seria necessário quatro equipas com dois elementos cada”.

Para tentar colmatar alguns dos problemas já existentes, Tavares anuncia que a primeira fase, a ser feita imediatamente, é entrar em contacto com as casas comerciais e os donos dos camiões que fazem o vazamento do lixo na lixeira, de forma a indicá-los um novo espaço para depositar o lixo.

“O novo espaço já estava decidido há já algum tempo e com esta deslocação fica mais afastado da Electra”, disse Tavares, acreditando que com esta nova medida melhorará o clima de tensão existente entre estas duas entidades, gerado pela situação da lixeira.

Entretanto, o autarca reconheceu que, não tendo os guardas ou o espaço vedado, “não será fácil fazer um controlo 100% eficaz” da lixeira.

Francisco Tavares anunciou que a autarquia vai promover uma campanha de sensibilização junto das casas comercias e de outras instituições que depositam os seus lixos na lixeira, alertando que após estas “diligências”, quem não cumprir será responsabilizado, de acordo com o código de postura municipal.

MC/JMV

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