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Associações beneficiam de duodécimos para implementar projectos e promover a inclusão das pessoas com deficiência

Cidade da Praia, 31 Mar (Inforpress) – A directora geral da Inclusão Social, Mónica Furtado, assinou hoje um protoloco com 13 associações que trabalham para o bem-estar das pessoas com deficiência, no valor de 13.300.000 escudos, que contempla atribuição de duodécimos.

Em declarações à imprensa momentos após rubricarem o documento, Mónica Furtado avançou tratar-se de um reforço para a capacidade da actuação das associações de pessoas com deficiência.

“Acreditamos que esta área terá de ter uma parceria público/privada, pois, entendemos que as associações estão mais perto das pessoas e da comunidade, pelo que a nível do Governo a ideia é reforçar as suas capacidades para poderem implementar os seus projectos e promover a inclusão”, disse.

No entanto, para além deste duodécimo, a directora geral da Inclusão Social, salientou que as associações para poderem cumprir com as suas actividades terão de buscar outras parcerias, nacionais ou internacionais.

O protocolo assinado hoje, segundo Mónica Furtado, vai beneficiar por um período de um ano as associações nas suas áreas específicas de actuação e permitir que colmatem os custos de financiamento, bem como reforçar o funcionamento das mesmas.

Para o presidente da A Ponte, Daniel Silves, trata-se de um acto importante, pois, veio romper com o passado e introduzir, uma nova realidade, na nova dinâmica das associações que trabalham neste domínio.

“Hoje para além de acesso a fundos o protocolo vem dar uma assistência prática às associações, assim como mais benefícios para as pessoas com deficiência”, garante.

Já a presidente da Associação Cabo-verdiana de Promoção e Inclusão das Mulheres com Deficiência (APIMUD), Naldi Veiga, o duodécimo disponibilizado pelo Governo irá permitir que as associações desenvolvam mais actividades e fazer com que pessoas com deficiência, neste caso mulheres, tenham mais formação e mais pessoas a trabalhar na sede da mesma.

Para António Pedro Melo, presidente em exercício da ACED e FECAD é um grande início de “parceria” entre os Estado e as associações.

O protoloco assinado hoje com as Associações que actuam na área de deficiência contempla o valor de 13.300.000 escudos para distribuir a 13 associações a nível nacional.

PC/ZS

Inforpress/Fim