“A CPLP deve reflectir como capitalizar e potenciar melhor os estados na cimeira” – Jorge Carlos Fonseca

Cidade da Praia, 11 Jul (Inforpress) – O Presidente da República afirmou que o pedido de entrada de novos observadores associados na Cimeira da CPLP  é um “sinal muito positivo”, mas a comunidade deve reflectir como capitalizar e potenciar a presença desses países e organizações.

Segundo Jorge Carlos Fonseca há vários pedidos de estados e de instituições que querem ser observadores não associados, casos da Itália, da França, do Reino Unido, do Japão, do Senegal, do Luxemburgo, da Namíbia e, sobretudo, da Organização dos Estados Ibero-americanos.

“Quando vejo a organização dos Estados Ibero-americanos que abrange os países de língua portuguesa e de língua castelhana ligados à CPLP, isso representará um espaço enorme” regozijou-se Jorge Carlos Fonseca para quem esta é uma organização internacional “muito importante”.

Falando sobre o pedido da adesão da França, a mesma fonte lembrou que este país faz parte de “um grande espaço” que é francofonia que tem ligações com vários países africanos.

Recordou ainda que a França também está ligada a Portugal através da União Europeia e, por isso, vê a sua aproximação à CPLP como uma forma de “potenciar as ligações, os impactos e de tirar dividendos em outros espaços dentro do continente Africano.”

Para a cimeira, conforme o mais alto magistrado da Nação, Cabo Verde poderá receber uma delegação de 35 pessoas do Japão, chefiado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros.

Do Senegal, participará o ministro dos Negócios Estrangeiros e da França um governante.

Entretanto, Jorge Carlos Fonseca lamenta a ausência do homólogo de Timor Leste,  Francisco Guterres Lu-Olo, que não foi autorizado pelo parlamento do seu país a viajar para o exterior.

Mas Timor estará representado na cimeira pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, informou.

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