Boletins que não deram entrada na sede do Totoloto Nacional ficam fora do concurso, explica a Cruz Vermelha

Cidade da Praia 16 Set (Inforpress) – A CVCV afirma que não lhe é imputada as responsabilidades pela não participação nos concursos das matrizes dos bilhetes que não deram entrada na sede do Totoloto Nacional no prazo estabelecido e que os mesmos ficam fora do concurso.

Estas declarações da Cruz Vermelha de Cabo Verde concessionária dos jogos sociais surgiram após um apostador da ilha do Fogo ter reclamado ser o vencedor do 1º prémio do totoloto no concurso nº36 de Setembro de 2018, cujos boletins não deram entrada na Cruz Vermelha de Cabo Verde, secção de loto, com o cancelamento dos voos São Filipe/Praia nos dias 08 e 09 de Setembro, sábado e domingo, devido ao mau tempo.

“À luz do artigo 3º número 4 da portaria nº50-A/88, de 2 de Novembro, que aprova o regulamento geral do Concurso do Totoloto Nacional, não lhe é imputada as responsabilidades pela não participação nos concursos das matrizes dos bilhetes que não deram entrada na sede do Totoloto Nacional no prazo estabelecido”, lê-se no comunicado enviado à Inforpress.

Nesta circunstância, de acordo com a mesma fonte, dispõe o nº5 do mesmo artigo que os concorrentes apenas têm direito à restituição das importâncias que houverem pago, mediante a entrega do recibo do bilhete.

Efectivamente por motivo de força maior que impossibilitou a realização dos voos de ligação da ilha do Fogo para a cidade da Praia, esclarece a CVCV, os boletins autenticados na ilha do Fogo referente ao concurso nº 36 não deram entrada na sede do Tototolo e por conseguinte ficaram de fora do concurso.

Face a esta situação, a Cruz Vermelha de Cabo Verde lamenta o ocorrido e reafirma o seu “firme propósito e forte engajamento” na implementação de medidas designadamente a informatização dos jogos sociais e inovação do sector visando minimizar tais efeitos.

CM/ZS

Inforpress/Fim